sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O Dia em que ele nasceu!


a gente passa meses, pensando como será...
ás vezes passa anos, pois são tantos filmes vistos,
e nesses, nos imaginamos lá. e na maioria das vezes
pensamos que será como uma cena, dos filmes de hollywood:
a bolsa estoura no meio de um grande evento, ou quem sabe no meio
da noite... a gente se desespera, o pai corre apressado, os telefones tocam...

mas, esquecem de nos avisar, que nem sempre é assim...

Foi na manhã tranquila do dia 25 de Setembro deste ano,
eu estava me preparando pra almoçar, e minha mãe ligava
a cada meia hora pra saber como eu estava, afinal , o parto
estava marcado para o dia 30 faltava pouco. no dia anterior
eu tinha ido ao Hospital e minha médica disse para eu esperar
pois tudo indicava que o parto seria normal, então eu estava
super calma... porém sentia uma cólica ... mas , isso foi o suficiente
pra minha mãe entrar em pânico e em 10 minutos já estava na minha casa
puxando meu marido pelo braço e nos arrastando pro carro...

ao chegar lá pra minha surpresa, o meu filhote estava pronto pra nascer,
mas não seria da maneira natural, então: marcaram a cesária e ás 17:20 hrs
nasceu meu anjinho, com 3,500 kg e 49 cm e lindo!
no momento que o vi, foi difícil crer que ele era meu,
e até demorou um tempo para acreditar, mas ouvi o
som do seu primeiro choro, foi a coisa mais linda e incrível
que já ouvi em toda minha vida por tudo que representa,
é surreal!

3 comentários:

Valquíria Almeida disse...

Surreal! Esta é a palavra que define o nascimento de um filho! Como vc, eu tb imaginei e idealizei muito o dia em Arthur nasceria mas, sinceramente, não foi nada mágico! Não senti dores, mas uma gripe muito forte me impediu de dar o primeiro beijinho nele, assim que ele surgiu em minha frente. Sequer pude tocá-lo, mal vê-lo, um pouco perto, um pouco longe, por causa do medo do pediatra de que ele gripasse também. Mas a fome dele foi maior que o vírus, e lá veio o meu bebezinho... Acho que a ficha só cai realmente quando a gente começa a amamentar. O vínculo é imenso e imensurável. VIVA ÀS MÃES! VIVA A NÓS DUAS! Amo vc, Nelinha. Desculpa fazer deste comment um post meu!

Danileide disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Danileide disse...

Todo mundo próximo a mãe também sofre durante todo o processo. Com as tias corujas não poderia ser diferente. Estava sendo explorada no meu local de trabalho e ao sair para comprar o meu almoço, liguei para o celular de minha irmã, Nelinha, e me surpreendi quando a minha Mãe atendeu. Me disse que já estava no hospital com ela e que eu me acalmasse, mãe é a melhor obra desse mundo, enfim, fiquei a tarde inteira querendo visitá-los, sai mais cedo da senzala, estava muito ansiosa, o que não é nada bom para minha gastrite, mas quem se controla? E para piorar,no dia seguinte eu iria à Capital, por causa do trobalho, portanto teria de vê-los naquela mesma quinta-feira. Meu 'irmãozinho', Deisiano, demorou demais pra vir me buscar em casa, quando chegou tarde da noite me disse que as visitas haviam sido suspensas, pois ultrapassara o horário.Tentei me segurar, fingindo que estava tudo bem, mas... desatei no choro. Parecia que eu era o recém-nascido (rsrsr), mainha ficou preocupada e disse que me levaria e que ninguém impediria minha entrada (mãe, enfrenta o mundo e a administração de um hospital por vc, hehehe).
Quando cheguei lá, comecei a chorar de novo. Minha irmãzinha estava cansada, mas aparentava tranquilidade e meu pequenino Ian dormia sereno. Enquanto não se é mãe, a gente aproveita sendo tia, não é tia 'Manessa'?